O governo federal lançou hoje (23) a nova plataforma de serviços digitais. O portal de serviços (www.servicos.gov.br) reúne 1.600 serviços diferentes de várias áreas do Estado. A ideia é desburocratizar uma série de serviços que antes exigiam que o cidadão fosse a alguma repartição pública para tirar um documento ou dar entrada em algum pedido.

Dentre os serviços oferecidos estão solicitação de salário-maternidade, de Carteira de Trabalho e de aposentadoria por idade. O governo visa também a redução de custos com os serviços digitais. De acordo com o Ministério do Planejamento, os custos para o cidadão podem ser reduzidos em até 90%, medidos em tempo utilizado, pagamento de taxas e deslocamentos. Segundo a pasta, a economia para os usuários desses serviços pode chegar a R$ 144 milhões anuais.

O presidente Michel Temer fala à imprensa durante o evento Governo Digital: Rumo a um Brasil Eficiente, no Palácio do Planalto.

O presidente Michel Temer disse que novo portal é uma iniciativa para desburocratizar o Estado – Wilson Dias/Agência Brasil

As novidades anunciadas nesta terça-feira compõem o Programa Brasil Eficiente, lançado em março do ano passado. O governo quer desburocratizar o atendimento ao cidadão e às empresas, contribuindo para a melhoria do ambiente de negócios no país.

“Queremos que o brasileiro veja que o Estado está mais ágil e mais eficiente. Se o cidadão precisa de uma informação, um documento, é obrigação do governo facilitar ao máximo. As iniciativas que estamos lançando vieram para desburocratizar”, disse o presidente Michel Temer no lançamento da plataforma.

Identidade digital

Nesta terça-feira, foi lançada também a Documento  Nacional de Identificação (DNI). Trata-se de um documento digital que reúne informações da identidade, CPF, Título de Eleitor e Carteira de Habilitação. A DNI será usada, a título de projeto-piloto, no Paraná. “Já nesta eleição, os eleitores do Paraná poderão utilizar o DNI para votar, sem precisar de qualquer outro documento”, disse o ministro do Planejamento, Esteves Colnago.

 

Fonte: Política EBC